domingo, 3 de maio de 2015

Alicinagens em São Roque - 2 de maio de 2015 “Através de Alice: sono, sonhos, soluços e suspiros”





Ana Clara P Camargo

 Daniela Campos


Augusto Antunes

Denise Octávio


Susane Gomes


Bia Riccio


Brígida Campos


Tifane Deamates


Rafaela Ferraz


Marina Rizzi


Sonhadores Alicinados do mundo….


"Cia de teatro de São Roque recebe visita de especialista em ‘Alice no país das maravilhas’


Adriana Peliano, presidente da Sociedade Lewis Carroll no Brasil é uma das maiores estudiosas do livro “Alice no país das maravilhas”, de Lewis Carroll, e esteve em visita a São Roque no sábado, dia 02 de maio, para dar uma palestra/oficina e conhecer o grupo de teatro Companhia de Eros, selecionado pelo Edital 01/2014 do Fundo Municipal de Cultura com a montagem da peça “Através de Alice: sono, sonhos, soluços e suspiros”. Tal interesse da presidente deve-se ao fato de o grupo estar desenvolvendo seu trabalho com inspiração em seus textos, no ano em que se comemora 150 anos da primeira publicação do livro “Alice no país das maravilhas” e 5 anos da criação da Cia de Eros. 

“Adriana fez um trabalho maravilhoso com os jovens integrantes do grupo. Não tenho dúvidas de que eles levarão essa experiência para o resto de suas vidas como algo muito importante que vivenciaram.”, comenta Carol Villaça, produtora e preparadora de atores da Cia de Eros. 

A Sociedade Lewis Carroll, sem fins lucrativos, visa estimular a investigação e a admiração pela obra de Carroll, o intercâmbio de idéias e a promoção de eventos culturais. O interesse de Adriana Peliano está também no mapeamento da produção artística realizada no Brasil sobre o tema. 

 “É motivo de muita alegria poder contar com a capacidade, simplicidade e generosidade da Adriana, mas é imensurável o orgulho que sinto ao ver os adolescentes da companhia trabalhando com ela. A Adriana ficou apaixonada por eles.”, comenta Lisa Camargo, orientadora e encenadora do grupo. 

 A temporada de “Através de Alice” acontecerá em julho deste ano na Brasital. Serão oito apresentações gratuitas."

Fonte Jeonline

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Oficina Unicamp: Quem é Alice para você?


Ontem eu dei mais uma oficina de "alicinagens" no FEIA ONZE, Festival do Instituto de Artes da Unicamp. Apresentei um panorama da história das representações visuais de Alice na arte e na ilustração e desenvolvemos dois trabalhos práticos. Fizemos primeiro um jogo coletivo inspirado nos jogos surrealistas e depois partimos para a colagem. Levei uma série de páginas de livros e revistas com imagens curiosas e instigantes que serviram como ponto de partida par as aventuras dos participantes. Cada um criou uma colagem respondendo a pergunta: "Quem é Alice para você?". Inspirados nas Alices meigas, doces, estranhas, assustadoras, surrealistas, psicodélicas, misteriosas e enigmáticas que mostrei, cada um contribuiu com sua visão subjetiva e singular.

Boa viagem!

Bruna P. B.


Lis Nasser


Marcello di Felippe


Mayara Falsarella


Mylena Oliveira


Natália Lopes


Rafaela Mendes


terça-feira, 27 de abril de 2010

Oficina IED: "Quem é Alice para você?" (27/04)

Fui convidada pela Mari Pini para dar uma oficina de colagem para os alunos do primeiro ano de Design Gráfico do Instituto Europeu de Design. Esse é o resultado do segundo dia da oficina. Partindo de uma apresentação da história das representações de Alice e suas principais interpretações na ilustração e nas artes plásticas, cada aluno teve que recriar o universo da obra segundo seu repertório e seu imaginário próprio.
 
Eron Mariano
 
Rodrigo "Kenan" Felipe
 
"Vagando no meu mundo real, torno meus sonhos reais. Meu subconsciente é meu consciente. Nessa cidade de maravilhas, tenho um pouco de Alice."
 
Petra Jurisic
 
"Alice, tanto a personagem como sua própria mente e mundo, representa para mim a revelação de uma dimensão diferente, que a maior parte de nós deixa de enxergar: a dos sonhos. É nessa dimensão que nosso subconsciente nos revela o que de fato queremos ver. É a volta à infância, é o delírio consentido, é a busca pela felicidade. Se partirmos do pressuposto que a felicidade é imaterial e sem dimensão, diríamos que ela é inalcansável. Mas justamente por isso ela pode ser encontrada no País das Maravilhas. A felicidade é o tempo perdido, que não se pode encontrar no espaço, só nas lembranças. É o "bom tempo" (como no francês, "bonheur"), aquele que não sentimos passar, só vivemos, e quando sentimos, ja passou. Alice é a garota que se perdeu nessa "não-dimensao", da felicidade onírica, no mundo da sua própria memória que visa um futuro. Se deixou levar pelo que lhe era importante, a fantasia da juventude com a maturidade da vida adulta."
 
 
Leonardo Melo
 
"Uma viagem psicodélica sobre o imaginário de uma criança abordando seus anseios, curiosidades e visão de mundo."
 
Rosalvo Afonso
 
 
"Alice no país das maravilhas é uma viagem ao subconsciente e nos faz questionarmos a nossa realidade e os nossos ideais. Uma viagem psicodélica em uma realidade alternativa, aonde não existem limites para o impossível."
 
 Rogério Pagliari
 
 
Penélope Hernández
 
 
Camila Proença
 
Adriana Peliano 
 
"Corpo. Território. Desejo. Jardim secreto. Caminhos. Diz o gato. Aonde você quer chegar?"
 
 
Andres Castro
 
"Alice para mim é uma subjetividade psicodélica, apenas citada como uma menina para que pudesse se tornar um produto para ser vendido em larga escala."
 
 
Axel Akerstrom
 
"Primeiro de tudo eu vejo as aventuras da Alice como viagens no mundo imaginário de uma menina - criança. Uma fuga da realidade aonde tudo é muito estruturado num esquema rígido, sem espaçø para a criatividade e a imaginiação. Uma crítica aos valores da época vitoriana inglesa, aonde uma criança era apenas um adulto em processo, que logo tinha que aprender que o mundo é contruído em torno de leis."
 
 
César Kujosh 
 
"O que mais eu gostei em Alice foi o jeito como cada personagem tem uma característica marcante e pode ser comparado com pessoas que conhecemos."
 
 
David Jun Jang
 
"A questão do que é real e o que não é para Alice, pois eu acho que esse paradigma do mundo real, é sempre um dilema. Cada pessoa tem o seu mundo 'real'."
 
Eduardo Uzae
 
"Alice no país das maravilhas para mim significa todas as mutações a que somos submetidos durante a vida. Metaforicamente, muitas das passagens do livro fazem referência às experiências que vamos acumulando."
 
Gabriel Cruz
 
"Alice me encanta pela falta de senso."
 
 
Lucas Alfaro 
 
"A história de Alice me remete a uma fase de auto conhecimento. Talvez até uma vida inteira vivida através da imaginação sem limites de uma criança repleta de curiosidade.
Em todo o livro o leitor está sujeito a interpretações paralelas de sua vida."
 
 
Maíra Brito
 
 
Pedro Muraki
 
"Alice é uma obra inteligente que representa em seus personagens diversos estereótipos diferentes. O que me chama atenção é o caráter surreal, a "loucura". Existem muitos questionamentos e poucas respostas. Associo a obra aos sonhos que temos e que não entendemos. Lugares e pessoas estranhas, situações malucas, entre outros."
 
 
Bárbara Scodelario
 
"Alice representa a passagem da infância para a vida adulta, a crise de identidade, a transformação, mas mudanças de proporção e escala e o estranhamento."

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